Por gerações, a comunidade Pakayaku, na Amazônia equatoriana, tem conseguido manter as atividades insustentáveis de mineração, exploração madeireira e extração de petróleo fora das florestas, preservando ao mesmo tempo suas tradições culturais e conhecimentos ecológicos.
Em 2024, incêndios devastaram a Amazônia em uma escala sem precedentes. Pela primeira vez na história, os incêndios foram a principal causa de perda florestal na Amazônia. Mais de 44,2 milhões de acres de floresta tropical foram queimados, uma área maior que todo o estado da Califórnia.
O Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, em conjunto com o Ibama e o ICMBio, está intensificando as ações preventivas; o Brasil deverá atingir seu menor índice de pontos críticos dos últimos doze anos entre janeiro e o início de agosto de 2025.